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quarta-feira, 29 de maio de 2013

Um ponto.


Há muita coisa que não percebi. Talvez seja essa a razão do meu desconforto. ''Talvez''. Uma palavra tão vaga e incerta. No entanto a mais frequente possível resposta para perguntas que passam na minha cabeça. Fecho os olhos e deixo de estar aqui. Viajo para um lugar estranho. Não obstante, agradável. Por vezes uma sensação de conforto e bem-estar. Outras vezes uma revolta estúpida. Varro as ruas da cidade onde costumava correr. Corria, livre. Corria e corria sem parar, de braços abertos. E agora? Corro? Amanhã? Correrei? Tudo permanece incerto. E, mais uma vez, fecho os olhos e vejo. Vejo outro mundo. Um sorriso, um suspiro. Amo o poder da minha mente. Amo o poder da imaginação. Amo quando ela me leva para longe durante horas. Longe da confusão, do barulho, da ignorância, das pessoas e dos sei estúpidos egos. Longe de tudo e de todos. Amo tudo isso.

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